domingo, 30 de junho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
O LOBISOMEM E O CORONEL
quinta-feira, 27 de junho de 2013
projeto de lei do Executivo que destina recursos dos royalties do petróleo
Mercadante: governo respeita decisão do Congresso sobre royalties
BRASÍLIA - Após aprovação na Câmara dos Deputados, na madrugada desta quarta-feira (26), do projeto de lei do Executivo que destina recursos dos royalties do petróleo para a educação pública, reduzindo a proposta original de 100% para 75%, e incluindo a saúde com 25% do montante, o ministro da Educação, Aloysio Mercadante, disse que o governo respeitará a decisão final do Congresso. O projeto ainda passará pelo Senado.“O governo é favorável a 100% dos royalties do petróleo [para a educação], mas evidentemente respeitaremos a decisão do Congresso”, disse Mercadante. Lembrou que o petróleo não é renovável e é uma riqueza que vai acabar um dia. “Nós ainda temos um bom tempo e precisamos utilizar em cima de uma visão estratégica de desenvolvimento do país. Por que a educação? Porque a educação vai criar base para que a gente possa viver numa economia sem petróleo”.
O ministro disse que o governo continuará debatendo o tema da destinação dos royalties do petróleo para a educação. Elogiou a atuação da Câmara dos Deputados, que terminou de votar o projeto de lei na madrugada de hoje, em momento de manifestações populares. “[A Câmara] mostrou um grande empenho dos parlamentares ontem, até uma hora da manhã, exatamente em cima do compromisso com o pacto que foi firmado e atendendo também as expectativas da cidadania brasileira”.
No início da semana, em reunião com chefes dos executivos estaduais e municipais, a presidente Dilma Rousseff apresentou pactos nacionais para saúde, mobilidade urbana, educação e responsabilidade fiscal e controle da inflação. BRASÍLIA - Após aprovação na Câmara dos Deputados, na madrugada desta quarta-feira (26), do projeto de lei do Executivo que destina recursos dos royalties do petróleo para a educação pública, reduzindo a proposta original de 100% para 75%, e incluindo a saúde com 25% do montante, o ministro da Educação, Aloysio Mercadante, disse que o governo respeitará a decisão final do Congresso. O projeto ainda passará pelo Senado.
fonte : www.dci.com.br
terça-feira, 25 de junho de 2013
protesto afavor dos professores em Caruaru
pauta das reivindicações
(5) cinco pontos principais: construção de terminais de integração, gratuidade para pessoas maiores de 60 anos , livre acesso a maiores informações sobre os projetos da câmara de vereadores, entrega de obras que estão atrasadas e garantia dos direitos dos professores de Caruaru.segunda-feira, 24 de junho de 2013
PROTESTO EM TODO BRASIL
Mesmo sem entender, mesmo sem entender
Eu confio em Ti, mesmo sem entender
Eu sei que é o melhor pra mim, mesmo sem entender
Deus mesmo que eu não consiga entender
E queira tudo do meu jeito
Eu até choro e as vezes até chego a dizer
Porque é que tem que ser tão difícil pra mim
Parece que é difícil só pra mim
Eu sei seus pensamentos são mais altos que os meus
Teu caminho é melhor do que o meu
Tua visão vai além do que eu vejo
O Senhor sabe exatamente o que é melhor pra mim
Mesmo que eu não entenda o Seu caminho, eu confio
E Deus porque sou tão pequenino assim
Vou ficar quetinho aqui no seu colo
Esperando o tempo certo de tudo
Porque eu sei que vais cuidar de mim
E o seu melhor está por vir
Eu sei que é o melhor pra mim
Thalles - Mesmo sem entender
Album: Uma História escrita pelo dedo de Deus
Os vínculos do trabalho educacional de Paulo Freire com a ascensão popular
são bastante claros. Seu movimento com os círculos de cultura iniciou-se em 1962,
em Angicos, no Rio Grande do Norte, região muito pobre do Brasil, que detinha 15
milhões de analfabetos para uma população de 25 milhões de habitantes, portanto
uma porcentagem muito alta de analfabetos.
Os resultados obtidos impressionaram a opinião pública, e o governo federal
estendeu o programa para todo o país, desenvolvendo-se cursos de capacitação de
coordenadores em quase todos os estados brasileiros, já em 1963. Porém, o golpe
de estado de 31 de março de 1964 atingiu o movimento de educação popular –
solidário à ascensão democrática das massas – temendo a conscientização, que
abre caminho à expressão das insatisfações sociais, porque estas são componentes
reais de uma situação de opressão.
: O artigo discute a validade, nos tempos atuais, da proposta política de alfabetização dos
adultos nos Círculos de Cultura liderados por Paulo Freire na década de 1960, que proporcionou a
Pedagogia do Oprimido, livro escrito no exílio, nos anos 1970, e a manifestação de seu entusiasmo
mais de 25 anos depois, em 1992, no movimento estudantil para deposição do presidente, quando
escreveu a Pedagogia da Esperança. E as lutas e as manifestações de seus seguidores para
trabalhar o legado de Freire no Instituto Paulo Freire.
Palavras-chave: Educação de jovens e adultos; Educação política; Democratização da educação;
Pedagogia do oprimido; Pedagogia da esperança.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
O desenvolvimento do homem se opera através de sua atividade, a qual está sujeita a leis objetivas de diferentes tipos: a atividade científica, aos imperativos da verdade; a atividade técnica, aos imperativos da ciência; a atividade artística, aos imperativos do aperfeiçoamento, enquanto a atividade econômica está sujeita aos imperativos das forças produtivas e das relações sociais. Nada pode ser discricionário, nada pode resultar da arbitrariedade humana.
Bogdan Suchodolski
A gestão democrática da educação é, hoje, um valor já consagrado no Brasil e no mundo, embora ainda não total mente compreendido e incorporado à prática social global e à prática educacional brasileira e mundial. É indubitável sua importância como um recurso de participação humana e de forma-
ção para a cidadania. É indubitável sua necessidade para a construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária. É indubitável sua importância como fonte de humanização. Todavia, ainda muito se tem por fazer, pois, como nos ensina Dourado (1998, p. 79):...convivemos com um leque amplo de interpretações e for-
mulações reveladoras de distintas concepções acerca da natureza política e social da gestão democrática e dos processos de racionalização e participação, indo desde posturas de controle social (qualidade total) até perspectivas de participação efetiva, isto é participação cidadã.
Muito se tem ainda que construir para que este valor, já historicamente universal, possa ser realidade na consubstanciação de uma sociedade verdadeiramente humana, onde todos tenham as possibilidades de desenvolver-se como seres humanos fortes intelectualmente, ajustados emocionalmente, capazes tecnicamen
te e ricos de caráter (Ferreira, 1998, p. 113).
quinta-feira, 6 de junho de 2013
eleições de diretores em nossa região
Há
uma satisfação que transparece na disposição de todos com quem tivemos contato
par falar sobre o tema, os entrevistados
nos relataram que a escola precisa avançar cada vez mais para uma
consciência plena do que é exercer a
cidadania e democracia. outros nos relataram que é muito bom saber que os que
gerem a escola são pessoas que receberam um voto de confiança e que o feedback tem que ser a altura da
confiança. Que eles se sentem responsáveis pelas escolhas e isso é bom para
autoestima da própria escola em relação a sua autonomia.
terça-feira, 4 de junho de 2013
vamos nos encher de esperança...viva a educação!!!!!!!!!
Jota Quest
Composição: Rogério Flausino
Vivemos esperando
Dias melhores
Dias de paz, dias a mais
Dias que não deixaremos
Para trás
Oh! Oh! Oh! Oh!...
Vivemos esperando
O dia em que
Seremos melhores
(Melhores! Melhores!)
Melhores no amor
Melhores na dor
Melhores em tudo
Oh! Oh! Oh!...
Vivemos esperando
O dia em que seremos
Para sempre
Vivemos esperando
Oh! Oh! Oh!
Dias melhores prá sempre
Dias melhores prá sempre
(Prá sempre!)...
Vivemos esperando
Dias melhores
(Melhores! Melhores!)
Dias de paz
Dias a mais
Dias que não deixaremos
Para trás
Oh! Oh! Oh!...
Vivemos esperando
O dia em que
Seremos melhores
(Melhores! Melhores!)
Melhores no amor
Melhores na dor
Melhores em tudo
Oh! Oh! Oh!...
Vivemos esperando
O dia em que seremos
Para sempre
Vivemos esperando
Oh! Oh! Oh!...
Dias melhores
Prá sempre...
Uh! Uh! Uh! Oh! Oh!
Prá sempre!
Sempre! Sempre! Sempre!...
alternativas de propiciarmos uma educação de qualidade para todos. Leis têm sido
redigidas como diretrizes para as mudanças necessárias, mas a implementação das
discussões e anseios sociais e das diretrizes propostas não penetraram, ainda, de
forma eficaz, clara e transformadora, na escola, como instituição social educativa. A
pesquisa em desenvolvimento visa ressaltar que para os professores não é
suficiente apenas desenvolver saberes e competências dentro da sala de aula, é
preciso que compreendam como e porque são tomadas certas decisões no sistema
de ensino; quais relações de poder há nessas decisões, e quais as implicações das
decisões tomadas. Emerge, assim, um novo processo educativo, no qual a gestão
escolar democrática participativa adquire dimensão articuladora dos recursos
humanos, burocráticos e financeiros, objetivando fazer da educação, tanto formal,
quanto não formal, espaço de formação crítica. A gestão escolar democrática
participativa é concebida como elemento de democratização da escola, auxiliando a
compreensão da cultura da instituição escolar e seus processos e, a articulação das
relações sociais, da qual fazem parte, os desafios concretos do contexto histórico. A
construção do processo de gestão escolar democrática participativa implica repensar
a lógica da organização e participação nas relações e dinâmica escolar, tendo como
fundamento a discussão dos mecanismos de participação, as finalidades da escola,
bem como, a definição de metas e a tomada de decisão consciente e coletiva. É,
nesta perspectiva, muito útil aos objetivos da gestão escolar democrática
participativa que, os professores, compreendam os processos de tomada de
decisões do Estado e sistemas educativos, percebendo que a escola não está
isolada do sistema social, político e cultural; assim como compreender que,
enquanto profissional da educação tem uma importante função a exercer:
oportunizar meios para que a educação de qualidade torne-se uma realidade para
todos.
CAMILA PILASTRI MODOLO resumo do tcc , bauru, 2007.
um debate que você não pode perder!
A autora analisa as políticas públicas, a gestão democrática e a formação da equipe escolar. Vejamos o que ela diz a respeito de:
Políticas Públicas
"As políticas públicas evoluem, e com elas evoluem os paradigmas. Buscam-se soluções para o gerenciamento e a qualidade educacional mediante a parceria com os que fazem a educação acontecer no cotidiano da escola."
"As políticas públicas evoluem, e com elas evoluem os paradigmas. Buscam-se soluções para o gerenciamento e a qualidade educacional mediante a parceria com os que fazem a educação acontecer no cotidiano da escola."
Gestão democrático-participativa
"A consolidação de uma gestão escolar de cunho democrático-participativo requer competência cognitiva e afetiva, respaldada na internalização de valores, hábitos, atitudes e conhecimentos."
"A consolidação de uma gestão escolar de cunho democrático-participativo requer competência cognitiva e afetiva, respaldada na internalização de valores, hábitos, atitudes e conhecimentos."
Formação da equipe escolar
"...a equipe escolar pode adaptar-se às novas possibilidades gestoras e pedagógicas...". Há necessidade de aprimoramento com base teórica e prática sobre gestão democrática...para que a equipe escolar "...possa exercer autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira."
A inter-relação
As escolas públicas devem planejar, a partir de sua realidade, integrando questões administrativas e financeiras com currículo e demais preocupações político-pedagógicas. É necessário, que a legislação vigente permita a prática da gestão participativa e da autonomia. A escola e sua equipe devem estar preparadas para ocupar esse espaço com compromisso, competência humana, teórica, técnica e política.
"...a equipe escolar pode adaptar-se às novas possibilidades gestoras e pedagógicas...". Há necessidade de aprimoramento com base teórica e prática sobre gestão democrática...para que a equipe escolar "...possa exercer autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira."
A inter-relação
As escolas públicas devem planejar, a partir de sua realidade, integrando questões administrativas e financeiras com currículo e demais preocupações político-pedagógicas. É necessário, que a legislação vigente permita a prática da gestão participativa e da autonomia. A escola e sua equipe devem estar preparadas para ocupar esse espaço com compromisso, competência humana, teórica, técnica e política.
Uma boa dica de leitura é:
Gestão democrática da educação: atuais tendências, novos desafios
Naura S. Carapeto Ferreira
A publicação deste livro significa um acréscimo substantivo ao debate sobre gestão e administração escolar. Destacados especialistas analisam o tema e o resultado é um conjunto de análises, dados e reflexões indispensáveis para uma melhor compreensão das atuais tendências na área.
João Barroso, da Universidade de Lisboa, apresenta e fundamenta uma proposta de reforço da autonomia das escolas do ensino não superior em Portugal. O texto confirma, mais uma vez, a importância da abertura de publicações nacionais à produção de estudiosos de outros países. Além da maior divulgação, a possibilidade de imediata comparação entre as inovações aqui registradas e o enfoque de outras realidades introduzem novos desafios e perspectivas.
Os demais artigos que compõem o livro são assinados por conhecidos especialistas. Acacia Kuenzer, Gustavo Luis Gutierrez e Afrânio Mendes Catani, Luiz Fernandes Dourado e Naura S. Carapeto Ferreira focalizam aspectos diferentes e bastante específicos da gestão escolar, relacionando–os sempre aos desdobramentos do embate político e econômico da atualidade. O conjunto traça um panorama amplo não só dos problemas da gestão, mas também das possibilidades da construção da democracia e da qualidade na escola, o que torna esta publicação uma leitura indispensável aos estudiosos do tema.
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